Peça crítica sem desenho
Componentes antigos ou importados paralisam a operação quando não há um CAD disponível para reprodução local.
Traduza o mundo físico para o digital com precisão.
Transformamos peças complexas em modelos CAD editáveis e dados dimensionais confiáveis para recuperar componentes críticos, apoiar a fabricação e acelerar decisões de engenharia.
Quando o físico vira um gargalo
Componentes antigos ou importados paralisam a operação quando não há um CAD disponível para reprodução local.
Paquímetros e micrômetros não revelam com agilidade a geometria real de superfícies e peças complexas.
Desgaste de moldes e matrizes gera defeitos, mas o ponto exato do problema permanece invisível.
Projetos modificados em campo ou registrados apenas em papel deixam de ter rastreabilidade técnica.
Do componente ao dado confiável
Capturamos geometrias e texturas com tecnologia híbrida LED e infravermelho VCSEL — no laboratório ou diretamente na sua operação.
Transformamos a peça física em modelos CAD editáveis, prontos para usinagem, desenvolvimento ou preservação do acervo técnico.
STEP · IGES · XT · STL
Comparamos a peça digitalizada ao CAD, identificamos desvios e entregamos relatórios objetivos para qualidade, engenharia e auditoria.

Engenharia reversa
A engenharia reversa recupera a geometria e a intenção de projeto de componentes que não possuem desenho técnico confiável. O resultado é um modelo CAD editável, adequado para fabricação, reposição, melhoria ou preservação do acervo técnico.
Capturamos com precisão a forma, as dimensões e os detalhes do componente, no laboratório ou na sua fábrica.
Tratamos a nuvem de pontos e reconstruímos superfícies, recursos e parâmetros em um modelo CAD editável.
Receba arquivos prontos para fabricar, corrigir ou desenvolver a peça, reduzindo dependência e tempo de parada.

Metrologia que torna o desvio visível
Com o PolyWorks, padrão internacional em metrologia industrial, a Engtelco converte a comparação entre CAD e peça real em mapas de desvio, análises GD&T e relatórios claros.
Peça real × modelo digital
Compare o componente original com o resultado digital obtido por meio da engenharia reversa.


Engenharia reversa aplicada
Peça utilizada em sistema de freio de trem, com peso aproximado de 80 kg. A digitalização permitiu reconstruir sua geometria em um modelo CAD editável, preservando detalhes funcionais e apoiando a fabricação e a reposição do componente.
Ver estudo de caso completo →

Digitalização de grande formato
Ferramenta industrial de aproximadamente 2 × 1,5 metros, utilizada para moldar o revestimento interno de cabines de caminhão. A digitalização 3D capturou a geometria completa do conjunto, incluindo superfícies, relevos e contornos, criando uma referência digital confiável para manutenção, reprodução e futuras adequações do ferramental.
Ver estudo de caso completo →

Engenharia reversa de grande porte
Componente mecânico industrial de grande porte, dotado de engrenamento interno para transmissão e controle de movimento. Com aproximadamente 1,3 metro de diâmetro e 300 kg, a peça foi digitalizada para registrar com precisão sua geometria, seus pontos de fixação e o perfil dos dentes, criando uma referência digital confiável para análise, manutenção ou reprodução.
Ver estudo de caso completo →Aplicações industriais
Reconstrua peças críticas e reduza a dependência de fornecedores com longo prazo de entrega.
Localize desvios que comprometem o produto final e apoie correções com evidência dimensional.
Compare protótipos, produtos e conjuntos com o modelo nominal antes que o problema avançar na cadeia.
Preserve a geometria de ativos físicos e mantenha o conhecimento acessível para futuros projetos.
Atendimento objetivo, da necessidade à entrega
Você envia fotos, desenhos ou descreve o desafio.
Alinhamos escopo, precisão e coleta in loco ou em laboratório.
Executamos a captura, modelagem ou inspeção dimensional.
Você recebe arquivos CAD e relatórios conforme o projeto.
Perguntas frequentes
Pesquise por serviço, formato de arquivo, tipo de peça ou etapa do processo. As perguntas estão organizadas por categoria.
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A digitalização 3D é o processo de captura da geometria de uma peça física por meio de equipamentos de medição tridimensional. O resultado normalmente é uma nuvem de pontos ou uma malha 3D, que pode ser utilizada em processos de engenharia reversa, inspeção dimensional, documentação técnica e desenvolvimento de produtos.
É a utilização de um scanner 3D para capturar as superfícies, formas e dimensões de uma peça mecânica. O processo permite registrar geometrias complexas com rapidez e grande quantidade de pontos medidos.
Na prática, os termos são utilizados como sinônimos. Ambos se referem à captura tridimensional da geometria de um objeto ou componente físico.
Não. O escaneamento 3D gera uma nuvem de pontos ou uma malha tridimensional da peça. Esses dados ainda não constituem um modelo CAD de engenharia. Para gerar um modelo CAD editável, normalmente é necessário realizar a etapa de engenharia reversa.
O escaneamento 3D captura a geometria da peça. A engenharia reversa interpreta esses dados e reconstrói o componente em um modelo CAD, considerando superfícies, dimensões, simetrias, elementos funcionais e critérios de fabricação.
Engenharia reversa mecânica é o processo de reconstrução do projeto de uma peça ou conjunto existente quando não há desenhos técnicos, arquivos CAD ou documentação de fabricação disponíveis.
Significa reconstruir a geometria da peça em um modelo digital de engenharia. Esse modelo pode ser utilizado para alterações de projeto, fabricação, simulação, documentação técnica ou desenvolvimento de novos componentes.
A malha STL é formada por triângulos que representam a superfície da peça. Já o modelo CAD contém superfícies, sólidos, dimensões e elementos geométricos que podem ser modificados e utilizados em projetos de engenharia.
Sim. A partir de uma peça física, é possível realizar a digitalização 3D, a engenharia reversa e a geração de desenhos técnicos para fabricação.
Dependendo da aplicação, também podem ser necessárias informações sobre material, tratamento térmico, revestimento, acabamento superficial e tolerâncias funcionais.
Sim. A peça pode ser medida, digitalizada e reconstruída em CAD. Em seguida, podem ser elaborados desenhos técnicos com vistas, cortes, cotas e demais informações necessárias para fabricação.
A engenharia reversa permite reconstruir o modelo CAD e o desenho técnico a partir da própria peça, desde que exista uma amostra em condições adequadas para análise.
Sim. Peças e conjuntos antigos podem ser digitalizados e remodelados para gerar documentação técnica atualizada.
Sim. A peça pode ser utilizada como referência para levantamento dimensional, modelagem CAD e geração do desenho técnico.
O processo normalmente envolve análise da peça, levantamento dimensional, digitalização 3D, engenharia reversa, validação do modelo e elaboração do desenho técnico.
Sim. A engenharia reversa pode gerar os arquivos necessários para fabricação. Entretanto, a geometria é apenas parte da especificação. Em componentes críticos, também devem ser avaliados material, tolerâncias, tratamentos e condições de funcionamento.
Sim. Peças antigas podem ser digitalizadas e reconstruídas, mesmo quando o projeto original não está mais disponível.
Sim. Entretanto, uma peça desgastada não representa necessariamente sua geometria original. Nesses casos, a reconstrução deve considerar simetrias, superfícies preservadas, encaixes, regiões funcionais, medições complementares e critérios de engenharia.
Em muitos casos, sim. A geometria nominal pode ser estimada com base nas partes preservadas da peça, na simetria, nos componentes acoplados e na função mecânica do conjunto.
Sim. A engenharia reversa é frequentemente utilizada para reconstrução de componentes descontinuados ou que não possuem mais suporte do fabricante.
O serviço de engenharia reversa gera o modelo CAD e a documentação técnica necessários para apoiar a fabricação. A fabricação pode ser realizada conforme o escopo contratado ou por um fornecedor indicado pelo cliente.
A peça deve ser analisada, medida e digitalizada. Em seguida, é realizada a reconstrução do modelo CAD e a preparação dos desenhos de fabricação.
Sim. Componentes de máquinas e equipamentos antigos podem ser reconstruídos por engenharia reversa, desde que existam referências físicas suficientes.
A engenharia reversa é recomendada quando:
Sim. A engenharia reversa é amplamente utilizada na manutenção de máquinas, equipamentos, linhas de produção e sistemas industriais.
Tecnicamente, sim. Entretanto, o projeto deve respeitar eventuais restrições contratuais, patentes, direitos de propriedade intelectual e demais requisitos legais aplicáveis.
Sim. O processo pode incluir correções geométricas, reforços estruturais, alterações para facilitar a fabricação, adequação de materiais e melhorias funcionais.
Essas modificações devem ser avaliadas de acordo com a aplicação e os requisitos do cliente.
O modelo pode reproduzir a geometria da peça medida ou reconstruir sua geometria nominal. A abordagem depende do objetivo do projeto.
Uma peça desgastada, deformada ou fabricada com desvios não deve necessariamente ser copiada exatamente.
Não. A engenharia reversa envolve análise técnica, interpretação da função, reconstrução geométrica, definição de referências, avaliação de tolerâncias e preparação da documentação para uso industrial.
Sim. A digitalização e a engenharia reversa podem apoiar a fabricação local de componentes importados.
Sim. O processo pode incluir levantamento dimensional, modelagem CAD, elaboração de desenhos técnicos e adequação do projeto à capacidade de fabricação disponível no Brasil.
A peça original pode ser analisada e reconstruída em CAD. Também podem ser avaliados materiais, tolerâncias e processos de fabricação equivalentes disponíveis localmente.
A reprodução geométrica é uma etapa importante, mas o desempenho também depende de material, tratamento térmico, revestimento, acabamento, tolerâncias e processo de fabricação.
Em componentes críticos, esses fatores devem ser avaliados separadamente.
É possível reconstruir a geometria, mas a definição do material pode exigir ensaios, análise documental ou informações adicionais do cliente.
É o processo de reconstrução digital da peça em um software de engenharia, utilizando dados obtidos por digitalização 3D e medições complementares.
Sim, quando o escopo prevê a geração de um modelo paramétrico ou de um sólido CAD reconstruído.
O nível de editabilidade depende do formato solicitado e da metodologia de modelagem utilizada.
É um modelo construído com recursos de engenharia, como extrusões, furos, raios, planos, superfícies e dimensões, permitindo alterações posteriores de forma organizada.
Sim. O formato STEP é amplamente utilizado para troca de modelos CAD entre diferentes softwares.
Sim. O formato IGES pode ser fornecido quando necessário, especialmente para intercâmbio de superfícies.
Sim. Arquivos Parasolid podem ser entregues conforme a necessidade do cliente e a compatibilidade com o software utilizado.
Sim. Podem ser fornecidos arquivos compatíveis com SolidWorks, incluindo formatos nativos ou neutros, conforme o escopo do projeto.
Sim. A entrega pode ser realizada em formatos compatíveis com diferentes plataformas CAD.
Sim. O modelo CAD pode ser utilizado em processos de usinagem, fundição, fabricação aditiva, moldagem, corte e outros processos industriais.
Sim. Entretanto, a transformação de um arquivo STL em modelo CAD paramétrico normalmente exige reconstrução geométrica e não é apenas uma conversão automática de formato.
Sim. Dependendo da qualidade e complexidade da malha, o arquivo pode ser convertido em um sólido ou reconstruído como um modelo CAD.
Sim. A malha pode ser utilizada como referência para reconstrução de um modelo compatível com SolidWorks.
Sim. A nuvem de pontos pode ser processada e utilizada como referência para reconstrução de superfícies e sólidos CAD.
É o processo de utilizar uma malha tridimensional como referência para reconstruir superfícies e sólidos de engenharia.
Nem sempre de forma direta. A qualidade da malha, a presença de falhas, o número de triângulos e a complexidade geométrica influenciam o processo.
Sim. Desde que os arquivos estejam em formato compatível e possuam qualidade suficiente para a reconstrução.
Sim. Além do modelo CAD, podem ser elaborados desenhos técnicos para fabricação, inspeção, montagem ou documentação.
Sim. O desenho pode incluir cotas lineares, angulares, diâmetros, raios, roscas, chanfros e demais dimensões necessárias.
Sim. As tolerâncias podem ser definidas conforme a função da peça, normas aplicáveis e informações fornecidas pelo cliente.
Sim. Quando necessário, podem ser especificadas tolerâncias de forma, orientação, posição e batimento, de acordo com normas de toleranciamento geométrico.
Sim. Requisitos de rugosidade e acabamento podem ser indicados quando essas informações estiverem disponíveis ou forem definidas pelo cliente.
Sim. O material pode ser informado no desenho, desde que seja conhecido ou definido no projeto.
Sim. Desenhos antigos podem ser revisados, digitalizados e atualizados para padrões atuais.
Sim. Desenhos impressos, digitalizados ou em PDF podem ser utilizados como referência para reconstrução do modelo CAD e atualização da documentação.
Sim. O detalhamento pode incluir vistas, cortes, seções, cotas, tolerâncias, notas técnicas e demais informações necessárias ao processo de fabricação.
É a medição das dimensões, formas e posições geométricas de uma peça utilizando sistemas tridimensionais de medição.
Sim. A peça escaneada pode ser comparada com um modelo CAD de referência para identificar desvios dimensionais.
Não em todas as aplicações. O escaneamento 3D e a máquina de medição por coordenadas são tecnologias complementares.
O scanner oferece grande velocidade e ampla cobertura de superfície, enquanto a máquina de medição por coordenadas pode ser mais adequada para determinadas medições pontuais e tolerâncias de alta precisão.
Sim. A comparação pode ser apresentada por mapas de desvios, seções, medições localizadas e relatórios dimensionais.
Sim. O escaneamento 3D permite identificar deformações, empenamentos, desalinhamentos e variações de forma.
Sim. O desgaste pode ser avaliado por comparação com um modelo CAD nominal, outra peça de referência ou áreas preservadas do próprio componente.
Sim. O relatório pode incluir mapas de cores, desvios, cortes, distâncias e resultados de características específicas.
O scanner óptico mede apenas superfícies visíveis. Regiões internas fechadas podem exigir desmontagem, outros métodos de medição ou tecnologias específicas.
A precisão depende do equipamento utilizado, do tamanho da peça, da superfície, do volume medido e do objetivo do projeto.
Em aplicações industriais, podem ser obtidos resultados na ordem de centésimos de milímetro, mas cada projeto deve ser avaliado individualmente.
A maioria das peças pode ser digitalizada, mas superfícies muito brilhantes, transparentes, escuras ou com regiões de difícil acesso podem exigir preparação ou técnicas complementares.
Sim. Peças pequenas e grandes exigem estratégias, equipamentos e volumes de medição diferentes.
O modelo reconstruído pode ser comparado com a malha escaneada para verificar os desvios entre a peça medida e o CAD gerado.
Isso depende do objetivo. O modelo pode representar a condição real da peça ou sua geometria nominal reconstruída.
Não necessariamente. Tolerâncias muito restritas ou características específicas podem exigir medições complementares.
Sim. A engenharia reversa é aplicada na recuperação de componentes de máquinas, equipamentos e linhas de produção.
Sim. A peça existente pode ser utilizada para geração do CAD e dos desenhos necessários para fabricação.
O componente pode ser digitalizado, reconstruído e detalhado tecnicamente para permitir sua fabricação por um novo fornecedor.
Sim. A criação de documentação técnica própria pode facilitar a contratação de fornecedores alternativos, respeitando os requisitos legais e de propriedade intelectual.
Sim. Em determinadas situações, a engenharia reversa acelera a recuperação de peças que não estão disponíveis no mercado.
Dependendo do tamanho da peça, da aplicação e das condições do local, a digitalização pode ser realizada nas instalações do cliente.
Podem ser digitalizados, entre outros:
Sim. A viabilidade e a precisão dependem das dimensões, detalhes e equipamento utilizado.
Sim. Peças de grande porte podem ser digitalizadas por etapas, utilizando referências de posicionamento e procedimentos específicos.
Sim. Conjuntos podem ser digitalizados para análise de layout, interferência, montagem ou documentação.
Para reconstruir componentes internos, pode ser necessário desmontar o conjunto.
Sim. Moldes e matrizes podem ser digitalizados para manutenção, cópia, reparo, modificação ou inspeção.
Sim. O escaneamento 3D é especialmente adequado para formas livres e superfícies complexas, difíceis de medir apenas com instrumentos convencionais.
O processo normalmente envolve:
Na maioria dos casos, sim. A peça pode ser enviada para o laboratório ou digitalizada nas instalações do cliente, dependendo das condições do projeto.
Depende do objetivo. Para medir superfícies internas ou componentes individuais, pode ser necessário desmontar o conjunto.
É recomendável enviar fotografias, dimensões aproximadas, quantidade de peças, objetivo do serviço, precisão desejada e formatos de arquivos necessários.
O prazo depende do tamanho, complexidade, precisão, quantidade de peças e nível de detalhamento solicitado.
Peças simples podem ser concluídas em poucos dias, enquanto projetos complexos podem exigir prazos maiores.
O custo depende principalmente da complexidade geométrica, tamanho da peça, precisão requerida, necessidade de desenhos técnicos, quantidade de componentes e nível de detalhamento.
Após a análise inicial, é possível elaborar uma proposta adequada ao projeto.
Dependendo do escopo, podem ser fornecidos:
Sim. O arquivo STL pode ser fornecido quando necessário para impressão 3D, visualização ou outras aplicações.
Sim. O escopo pode incluir ambos, conforme a necessidade do cliente.
Sim. O modelo CAD pode ser utilizado na preparação de programas CAM, desde que esteja adequado ao processo e seja validado pelo responsável pela fabricação.
Sim. Podem ser gerados arquivos adequados à fabricação aditiva, observadas as limitações do processo de impressão utilizado.
Sim. A peça pode ser digitalizada e reconstruída em CAD, com a geração do desenho técnico necessário.
A peça é analisada, digitalizada e transformada em um modelo CAD. Em seguida, podem ser gerados os desenhos e arquivos necessários para fabricação.
Sim. A engenharia reversa permite reconstruir o projeto a partir de uma peça física.
Sim. O serviço pode incluir levantamento dimensional, digitalização 3D e emissão de relatório de medição.
Sim. O escaneamento gera uma malha tridimensional, que também pode ser utilizada para reconstrução de um modelo CAD.
Sim. Podem ser gerados o modelo CAD e o desenho técnico para apoiar a cotação e a fabricação da peça.
Em muitos casos, sim. A parte existente pode ser digitalizada e a geometria faltante pode ser reconstruída com base em simetria, encaixes e critérios de engenharia.
A peça pode ser reproduzida conforme sua geometria atual ou reconstruída conforme a geometria nominal desejada. A melhor abordagem depende do estado da peça e da finalidade do projeto.
A peça deve ser digitalizada ou medida. Em seguida, os dados são utilizados em um processo de engenharia reversa para gerar o modelo CAD.
A reprodução pode ser realizada por meio de digitalização 3D, levantamento dimensional, engenharia reversa e geração de desenhos técnicos.
A peça antiga pode ser analisada e reconstruída em CAD. Também devem ser avaliados materiais, tolerâncias e requisitos funcionais.
A peça é capturada por um scanner 3D, gerando uma malha. Depois, a geometria é reconstruída em CAD e preparada para fabricação.
O modelo pode ser obtido por digitalização 3D. Caso seja necessário um arquivo CAD editável, também deve ser realizada a engenharia reversa.
A peça física pode ser utilizada como referência para reconstruir o modelo CAD e gerar um novo desenho técnico.
A peça é digitalizada e reconstruída em um software CAD. O modelo final pode ser exportado em formato STEP.
A geometria da peça pode ser reconstruída em um modelo compatível com SolidWorks, utilizando os dados obtidos por digitalização e medição.
A malha STL deve ser analisada e, normalmente, utilizada como referência para reconstrução de superfícies ou sólidos CAD.
A peça existente pode ser digitalizada, reconstruída em CAD e detalhada tecnicamente para fabricação.
O processo envolve análise da peça, digitalização, reconstrução CAD, definição de materiais e preparação da documentação para fabricação local.
A peça pode ser digitalizada e reconstruída por engenharia reversa, respeitando requisitos técnicos, legais e de propriedade intelectual.
O escaneamento captura a geometria física da peça. A modelagem CAD reconstrói essa geometria em um modelo digital de engenharia.
A engenharia reversa reconstrói o projeto da peça. O desenho técnico é um dos documentos gerados para comunicar dimensões e requisitos de fabricação.
Envie fotografias da peça, dimensões aproximadas, quantidade, objetivo do projeto, precisão esperada e os tipos de arquivos necessários.
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